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10 pequenas ações para tirar mais do seu sistema solar e cortar custos

Um sistema fotovoltaico bem instalado já trabalha a favor da sua empresa. Mas quase sempre há margem para render mais: um painel com pó, um inversor mal configurado ou uma máquina ligada à hora errada roubam, todos os dias, uma parte da poupança. Reunimos dez ações simples, a maioria sem custo, que ajudam a produzir mais, a consumir melhor e a recuperar o investimento mais cedo.

Conhecer e cuidar do sistema

1. Acompanhar a produção em tempo real

Não se gere o que não se vê. A monitorização mostra, hora a hora, quanto os painéis estão a produzir e quanto a empresa está a consumir. Com esse gráfico à frente torna-se evidente quando há energia solar a sobrar e quando se está a ir buscar à rede, e é aí que começam os ajustes que contam. A maioria dos sistemas envia estes dados diretamente para o telemóvel ou para o computador.

2. Fazer manutenção preventiva

Um pequeno defeito ignorado transforma-se numa perda de produção que pode durar meses. Inspeções periódicas por um técnico (ligações, fixações, estado dos módulos) apanham os problemas enquanto ainda são baratos de resolver.

3. Limpar os módulos com regularidade

Pó, pólen e dejetos de aves fazem sombra à célula e baixam a produção, sobretudo em zonas secas ou junto a estradas e explorações agrícolas. Água e um detergente neutro chegam. Evite produtos agressivos e prefira o início da manhã ou um dia encoberto, para não sujeitar o vidro quente a um choque térmico.

Afinar o desempenho

4. Confirmar a configuração do inversor

O inversor converte a energia dos painéis na eletricidade que a empresa usa, e uma configuração desajustada ao tipo de instalação desperdiça parte do que é produzido. Vale a pena confirmar com o instalador que os parâmetros estão adequados, em particular se houver sombras parciais ou se a instalação tiver sido ampliada.

5. Vigiar as sombras

Uma árvore que cresceu, um edifício novo ao lado ou um equipamento instalado na cobertura podem tapar parte dos painéis em certas alturas do ano. Rever o local de tempos a tempos, e podar ou reposicionar quando é preciso, devolve produção que se estava a perder sem ninguém dar por isso.

6. Ler a curva de carga

A curva de carga mostra a que horas a empresa consome mais. Quanto mais esse consumo coincidir com as horas de sol, maior é o autoconsumo e menor a fatura. Equipamentos que podem funcionar em horário flexível (aquecimento de águas, compressores, lavandaria, carregamento de viaturas) devem passar para o período de maior produção.

Cortar custos na fatura

7. Armazenar a energia que sobra

Com baterias, a energia produzida ao meio-dia fica disponível ao fim da tarde ou à noite, quando os painéis já não produzem. Na escolha, pese a capacidade face ao seu perfil de consumo, a durabilidade e o custo ao longo da vida útil. As baterias de iões de lítio são hoje a opção mais comum.

8. Controlar os picos de consumo

Ligar vários equipamentos pesados ao mesmo tempo cria picos que encarecem a fatura. Desfasar arranques e distribuir as cargas ao longo do dia evita esses picos.

9. Rever a potência contratada

Com os picos controlados, é frequente a empresa estar a pagar por uma potência de que já não precisa. Ajustá-la ao consumo real é uma poupança imediata que se repete todos os meses.

10. Otimizar o contrato de energia

A energia que ainda vem da rede também conta. Um contrato bem escolhido, com tarifa e horários adequados ao novo perfil de consumo, completa o trabalho dos painéis. É uma análise que a Amperia faz para PME, a par do estudo da solução solar.

Se quer saber quanto está a deixar na mesa, a equipa da Amperia faz um estudo gratuito e sem compromisso: analisa o consumo da sua empresa e simula a poupança que pode conseguir.